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CASO DE DESLEIXO OU TEIMOSIA - ARTIGO BASEADO EM HISTÓRIA REAL


A ECONOMIA PSÍQUICA DA NEGAÇÃO: Uma Análise Psicanalítica, Sociológica e Comportamental da Resistência ao Autocuidado em Diabetes e das Dinâmicas de Ansiedade Hierárquica




Resumo: O presente artigo propõe uma análise interdisciplinar do comportamento humano em contextos de doença crônica e ansiedade social organizacional, articulando os referenciais teóricos da psicanálise freudiana e lacaniana, da sociologia do trabalho (Marx, Weber, Durkheim) e da Teoria Social Cognitiva de Bandura. A partir de um estudo de caso clínico, investiga-se a resistência ao tratamento de diabetes mellitus como expressão de conflitos psíquicos profundos, analisando a tensão entre o Princípio do Prazer e o Princípio da Realidade, a função sublimatória do trabalho como mecanismo de compensação, e as dinâmicas de ansiedade social frente às figuras de autoridade. São propostas técnicas de intervenção baseadas em evidências científicas para a proteção da saúde física e psicologica.
Palavras-chave: Psicanálise; Diabetes Distress; Autoeficácia; Ansiedade Social; Sublimação; Princípio do Prazer; Princípio da Realidade.

1. INTRODUÇÃO

O comportamento humano, longe de ser uma mera resposta mecânica a estímulos ambientais, constitui-se como um sistema complexo de defesas, dinâmicas de valor e conflitos psíquicos profundos. Quando observamos um sujeito que sistematicamente evita o autocuidado de uma doença crônica como o diabetes mellitus (DM), que se refugia no trabalho como fonte exclusiva de prazer e que apresenta bloqueios comunicacionais frente às figuras de autoridade hierárquica, não estamos diante de um caso de "desleixo" ou "teimosia", mas sim diante de uma economia psíquica que demanda desconstrução teórica rigorosa.
Este artigo propõe uma análise que integra três campos epistemológicos distintos — a psicanálise freudiana e lacaniana, a sociologia clássica do trabalho e a psicologia social cognitiva —, com o objetivo de compreender a função que tais comportamentos desempenham na estrutura psíquica do sujeito e de propor técnicas de intervenção fundamentadas em evidências científicas para a proteção da saúde comportamental.

2. O CONFLITO DO PRAZER IMEDIATO VS. REALIDADE: DIABETES E AUTOCUIDADO

2.1. O Princípio do Prazer e o Princípio da Realidade em Freud

O comportamento de evitar remédios, buscar alimentação exclusivamente por prazer e fugir do médico reflete, em termos freudianos, uma forte fixação no Princípio do Prazer (Lustprinzip) em detrimento do Princípio da Realidade (Realitätsprinzip). Para Freud (1920), em Além do Princípio do Prazer, o aparelho psíquico opera inicialmente segundo a busca incessante de descarga de tensão e obtenção de prazer, enquanto o Princípio da Realidade emerge como uma modificação do primeiro, postergando a satisfação imediata em favor da segurança e da preservação da vida.
O sujeito sabe, no nível consciente, o que precisa ser feito para controlar sua condição diabética. Contudo, o ganho secundário da negação fala mais alto: aceitar a medicação significa, psiquicamente, aceitar a vulnerabilidade e a finitude do próprio corpo — algo que o ego tenta rejeitar a todo custo. A "preguiça intensa" descrita frequentemente não é, propriamente, falta de energia física, mas sim uma letargia psíquica ligada à resistência inconsciente e, possivelmente, a um quadro depressivo subjacente ou ao próprio descompasso glicêmico da diabetes, que afeta diretamente os níveis de energia e humor.
Freud (1917), em Luto e Melancolia, propõe que a melancolia não é simplesmente uma doença, mas uma forma patológica do luto. Enquanto no luto o objeto da perda é reconhecido conscientemente e há progressiva aceitação, na melancolia o sujeito pode não saber exatamente o que perdeu, embora sinta a ausência de algo fundamental. A resistência ao tratamento do diabetes pode ser compreendida como uma forma de melancolia não elaborada: a perda do corpo saudável, do eu ideal, não é reconhecida, e o sujeito internaliza essa perda como autoagressão, manifestada na recusa ao cuidado.

2.2. O Diabetes Distress e a Não Adesão ao Tratamento

A literatura científica em psicologia da saúde demonstra que a não adesão ao tratamento em diabéticos está intimamente ligada a barreiras psicológicas, como o diabetes distress (DD) — estresse específico da convivência com o diabetes. Estudos clássicos, como o de Gonzalez et al. (2008), publicado na Diabetes Care, evidenciam que a depressão e a ansiedade estão diretamente associadas à baixa adesão à medicação e ao autocuidado, criando um ciclo vicioso onde o cansaço/preguiça impede a ação, e a falta de ação piora o quadro clínico.
A prevalência de DD é alta: avaliada em 42,1% em adultos com DM tipo 1 e 36% em pessoas com DM tipo 2, segundo meta-análise envolvendo 55 estudos (n = 36.998). A presença de DD na linha de base foi associada à maior hemoglobina glicada (HbA1c) após 6 meses e foi capaz de predizer mau controle glicêmico e baixa adesão aos medicamentos.
A abordagem da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) apresenta-se como eficaz nesse contexto. De acordo com Beck (2022), a TCC oferece ao paciente ferramentas para avaliar seus pensamentos de maneira estruturada e consciente, especialmente em momentos de sofrimento psíquico ou de comportamentos disfuncionais, propondo estratégias para evitar a sobrecarga emocional e traçar metas realistas e alcançáveis, o que favorece a adesão ao tratamento.

3. A HIPERVALORIZAÇÃO DO TRABALHO COMO REFÚGIO: SUBLIMAÇÃO E COMPENSAÇÃO

3.1. O Trabalho como Mecanismo de Sublimação

Note-se uma ambivalência crucial: o sujeito evita o médico e o autocuidado, mas é altamente funcional e focado no trabalho que lhe dá prazer e valor. Sociologicamente e psicanaliticamente, o trabalho aqui funciona como um mecanismo de sublimação e compensação.
Para Freud (1930), em O Mal-Estar na Civilização, "nenhuma outra técnica para a conduta de vida prende o indivíduo tão firmemente à realidade quanto a ênfase concedida ao trabalho, pois este, pelo menos, fornece-lhe um lugar seguro numa parte da realidade, na comunidade humana". A atividade profissional constitui fonte de satisfação especial se, por meio da sublimação, tornar possível o uso de inclinações existentes, de impulsos persistentes ou constitucionalmente reforçados. A possibilidade de deslocar uma grande quantidade de componentes libidinais — sejam eles narcísicos, agressivos ou mesmo eróticos — para o trabalho profissional empresta-lhes um valor que de maneira alguma está em segundo plano.
No ambiente profissional planejado, o indivíduo detém o controle, o reconhecimento e o sentimento de utilidade. É muito mais fácil e prazeroso investir a energia psíquica (líbido) onde se é mestre do que no consultório médico ou na academia, onde ele é confrontado com suas falhas, fragilidades e com a perda de controle.

3.2. A Ética do Trabalho e a Sociologia Clássica

A sociologia clássica oferece lentes complementares para compreender essa dinâmica. Para Max Weber, em A Ética Protestante e o Espírito do Capitalismo (1905), o trabalho transformou-se em um valor moral positivado no interior do sistema teleológico ocidental, revolucionando a economia e a visão do trabalho. Weber analisa como mudanças culturais e religiosas transformaram a mentalidade sobre o trabalho, constituindo uma ética que prende o indivíduo firmemente à realidade.
Para Émile Durkheim, em A Divisão do Trabalho Social (1893), a divisão social do trabalho cria solidariedade orgânica e coesão social, promovendo integração entre os indivíduos. O trabalho funciona como fonte de pertencimento e identidade social.
Christophe Dejours (1993), em diálogo com a psicanálise, observa que o investimento da energia pulsional no trabalho pode demandar, do sujeito que se sacrifica, um reconhecimento externo, e quando este reconhecimento acontece, ocorre a passagem do sofrimento para o prazer. Para Dejours, é essa passagem que denominamos de sublimação.

3.3. A Autoeficácia Compartimentada

Do ponto de vista da Teoria Social Cognitiva de Albert Bandura, o trabalho atua como a principal fonte de autoeficácia (self-efficacy). Bandura (1977, 1986) define a autoeficácia como as crenças do indivíduo na própria capacidade de atingir determinados objetivos, sendo um dos fatores mais acurados na predição do comportamento. As crenças de autoeficácia determinam o esforço para realizar as tarefas e a persistência, a quantidade de tentativas e o tempo que se investirá ante os obstáculos.
O problema é quando essa autoeficácia é compartimentada: "Sou excelente operando o meu trabalho, mas sou impotente operando a minha própria saúde". Um sentido de autoeficácia negativo está associado com burnout, depressão, ansiedade e desamparo, enquanto a autoeficácia positiva se associa com grande persistência, dedicação e satisfação nas ações.
Bandura (1991) afirma que o indivíduo se desenvolve à medida em que compreende sua própria realidade, participando ativamente deste processo. O comportamento humano é o produto da interação entre fatores pessoais, padrões comportamentais e influências ambientais, moldado por um ciclo constante que envolve crenças e expectativas cognitivas pessoais, ações e ambiente.

4. ANSIEDADE, TIMIDEZ E O BLOQUEIO COM A HIERARQUIA: O GRANDE OUTRO E A ANSIEDADE DE DESEMPENHO

4.1. A Comunicação Planejada como Máscara da Timidez

A dinâmica da comunicação desse sujeito revela muito sobre sua estrutura de personalidade:
Comunicação planejada/com propósito: Ele brilha. Por quê? Porque o roteiro reduz a ansiedade. O controle técnico mascara a timidez.
Relação com maior hierarquia: O diálogo complica. Aqui entra o medo do julgamento, a ansiedade de desempenho e, psicanaliticamente, a projeção da figura paterna ou da autoridade castradora.
A timidez e a indecisão crônica são sintomas dessa ansiedade social, onde o sujeito teme falhar ou não corresponder às expectativas do Grande Outro (as figuras de poder). O paradoxo entre apresentar "autocontrole" e "ansiedade em diversas situações" mostra que esse autocontrole é, na verdade, uma hipervigilância. Ele gasta uma energia monumental para se manter sob controle externamente, o que gera uma exaustão interna (retroalimentando a "preguiça intensa" em casa).

4.2. Lacan e o Grande Outro

Para Jacques Lacan, a angústia não é sinal de uma falta, mas sim a falta da falta. Não é a nostalgia do seio materno que produz a angústia, mas a presença dele sem ausência. A angústia surge quando algo vem ocupar o lugar da imagem da falta. A dimensão do Outro é dominante em três pontos: a demanda do Outro, o gozo do Outro e o desejo do Outro.
O sujeito desejante necessita o reconhecimento de seu desejo pelo Outro. Mas o sujeito só pode ser reconhecido como objeto, objeto a (objeto pequeno a), daí o impasse. O falo, apesar de ser uma reserva operatória, não é representado no nível imaginário, sendo cortado da imagem especular. O falo é a imagem que falta, é um vazio estruturante. A angústia surge quando algo vem ocupar o lugar da imagem da falta.
Na relação com figuras de autoridade hierárquica, o sujeito projeta no Outro a função do Nome-do-Pai — o significante estruturante da ordem simbólica, responsável pela castração. A castração, em Lacan, não pode ser entendida como perda do pênis, mas como todos os atributos simbólicos que dele derivam: uma desarmonia na relação com o Outro, um hiato que permite ao sujeito desejar. Frente à figura de autoridade, o sujeito experimenta a angústia da castração simbólica — o medo de não corresponder, de ser julgado inadequado, de perder o reconhecimento do Outro.

4.3. A Fobia Social e a Ansiedade de Desempenho

Na ótica da Terapia Cognitivo-Comportamental e da Psicologia Social, a dificuldade com hierarquias e a indecisão se alinham com traços de Ansiedade Social (Fobia Social). Estudos de Heimberg et al. (1995, 2001) sobre fobia social e ansiedade de desempenho destacam que indivíduos com esse perfil conseguem desempenhar papéis técnicos perfeitamente se estiverem "mascarados" por um roteiro profissional, mas desmoronam na espontaneidade de interações avaliativas (como falar com chefes ou médicos), onde o risco de rejeição percebido é alto.
A meta-análise realizada por Feske e Chambless (1995) comparou a TCC com a exposição isolada no tratamento da fobia social, apontando ligeira superioridade da TCC. Taylor (1996), em seu estudo de meta-análise, encontrou que a combinação de exposição e reestruturação cognitiva foi o tratamento que trouxe os benefícios mais significativos aos pacientes. As principais técnicas pesquisadas são a exposição, reestruturação cognitiva, técnicas de relaxamento e treino de habilidades sociais.

5. SÍNTESE REFLEXIVA E PROPOSTAS DE INTERVENÇÃO

Se estivéssemos em sessão clínica, o caminho terapêutico não seria dar broncas sobre a diabetes. O foco seria a compreensão da função que o comportamento desempenha na economia psíquica do sujeito. Propoem-se três eixos de intervenção:

5.1. Acolher a Vulnerabilidade: Do Luto à Aceitação

Ajudar o sujeito a entender que ir ao médico ou tomar o remédio não é um sinal de fraqueza ou perda de autonomia, mas sim a garantia de que ele poderá continuar trabalhando (o que ele ama) por muito mais tempo. Trata-se de elaborar o luto do corpo saudável, transitando da melancolia (perda não reconhecida) para o luto trabalhado (aceitação progressiva). Freud (1917) ensina que no luto o objeto da perda é reconhecido conscientemente, permitindo o desinvestimento progressivo e a retomada da vida.

5.2. Diminuir a Hipervigilância: Investigar a Necessidade de Perfeição

Investigar de onde vem a necessidade de ser perfeito no trabalho e por que o erro diante da autoridade parece tão catastrófico. Lacan (1959-1960) sinaliza que não é a angústia de castração em si o impasse maior do neurótico, mas "fazer de sua castração o que falta ao Outro... dedicar sua castração à garantia do Outro, é diante disso que o neurótico se detém". O trabalho terapêutico consiste em deslocar a barra do significante, permitindo ao sujeito ocupar uma posição de desejo próprio, não mais subordinado integralmente ao desejo do Outro.
Técnicas de exposição gradual e reestruturação cognitiva, conforme protocolos de Heimberg e cols. (1995, 2001), podem ser aplicadas para reduzir a ansiedade de desempenho frente às figuras de autoridade. O treinamento de habilidades sociais, com modelagem pelo terapeuta, ensaio comportamental e reforço social, tem se mostrado eficaz em reduzir a ansiedade no confronto interpessoal.

5.3. Negociar o Autocuidado: A Lógica do Planejamento Aplicada à Saúde

Trazer a lógica do planejamento do trabalho para a saúde. Se o sujeito funciona bem com propósitos e metas estruturadas, o cuidado com a saúde precisa ser integrado a essa rotina como um "projeto técnico", e não como uma imposição afetiva.
A Teoria Social Cognitiva de Bandura (1991) sugere que o processo de mudança ocorre por meio da autorregulação, que é a ferramenta utilizada pelo ser humano para controlar a si mesmo — suas ações, emoções e pensamentos. Um mecanismo central dessa ferramenta é a autoeficácia. A educação como ferramenta para o empoderamento do autocuidado do DM é desenvolvida como um processo de ensinar o paciente a cuidar da sua patologia, estabelecendo o autogerenciamento para a autonomia na tomada de decisões e autocuidado.
Intervenções baseadas na TCC contribuem para melhorias no controle glicêmico de pacientes com diabetes, impactando positivamente sua qualidade de vida. A psicoeducação, envolvendo DM e humor/motivação, em qualquer formato, foi significativamente associada com redução no diabetes distress.

6. CONSIDERAÇÕES FINAIS

Mudar o comportamento exige, antes de tudo, compreender a função que esse comportamento tem na economia psíquica do sujeito. A resistência ao tratamento do diabetes não é teimosia, mas sim uma defesa do ego contra a aceitação da finitude corporal. A hipervalorização do trabalho não é mero vício produtivista, mas uma sublimação necessária que sustenta a identidade do sujeito. A timidez frente à autoridade não é fraqueza de caráter, mas uma estrutura de ansiedade social profundamente enraizada na relação com o Grande Outro.
A intervenção eficaz demanda uma abordagem interdisciplinar que articule o acolhimento psicanalítico da vulnerabilidade, a reestruturação cognitivo-comportamental da ansiedade de desempenho e a promoção da autoeficácia por meio de metas estruturadas. Somente assim o sujeito poderá integrar o cuidado com a saúde não como uma perda, mas como a condição necessária para a continuidade de seu desejo e de seu trabalho.

REFERÊNCIAS

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BANDURA, A. Social Foundations of Thought and Action: A Social Cognitive Theory. Englewood Cliffs: Prentice-Hall, 1986.
BANDURA, A. Social cognitive theory of self-regulation. Organizational Behavior and Human Decision Processes, v. 50, n. 2, p. 248-287, 1991.
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DEJOURS, C. A Loucura do Trabalho: Estudo de Psicopatologia do Trabalho. 5. ed. São Paulo: Cortez, 1999 [1993].
DURKHEIM, E. A Divisão do Trabalho Social. São Paulo: Martins Fontes, 1989 [1893].
FREUD, S. Luto e Melancolia (1917). In: ______. Obras Completas. São Paulo: Companhia das Letras, 2010.
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FREUD, S. O Mal-Estar na Civilização (1930). In: ______. Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 1969-1976.
GONZALEZ, J. S. et al. Depression and diabetes treatment nonadherence: a meta-analysis. Diabetes Care, v. 31, n. 12, p. 2398-2403, 2008.
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HEIMBERG, R. G. Current status of psychotherapeutic interventions for social phobia. Journal of Clinical Psychiatry, v. 62, n. 12, p. 36-42, 2001.
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Artigo técnico-teórico elaborado a partir de revisão integrativa de literatura nas áreas de psicanálise, sociologia do trabalho e psicologia da saúde, com o objetivo de subsidiar práticas clínicas e organizacionais de proteção à saúde comportamental.

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Everton Andrade

Professor em Sociologia e Comportamento Humano
Professor em Cursos Técnicos de Administração, Logística e Segurança do Trabalho
Professor Instrutor em Educação Profissional
Instrutor em Treinamentos Técnicos Profissionais
Graduado em Administração
Técnico em Segurança do Trabalho
Pós Graduado em Gestão, Tecnologia e Aprendizagem
Terapeuta Psicanalítico, estudante com diversas formações relacionadas ao comportamento humano
Pesquisador e Criador de Conteúdo 
Canais: @evertonandrade6037 / infocomplementar.blogspot.com

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